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Sobre a Plataforma

Estabelecida em 2013 pelo WRI Brasil, a plataforma Conexões Rio Pinheiros é uma rede de cooperação entre lideranças empresariais, instituições de pesquisa, gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada, com o objetivo de gerar impactos positivos na mobilidade e sustentabilidade da região ao longo das marginais do Rio Pinheiros.

A iniciativa ocorre por meio do projeto CAT – Construindo Cidades Sustentáveis e com Qualidade de Vida na China, Índia e Brasil, do WRI, patrocinado pela Fundação Caterpillar. O projeto consiste em um conjunto de ações para o desenvolvimento sustentável das cidades com foco na redução de emissões de gases de efeito estufa e mitigação de mudanças climáticas, abrangendo as cidades de Qingdao e Chengdu (China), Bangalore (Índia) e São Paulo (Brasil).

O WRI Brasil e a EMBARQ Brasil implementam o projeto por meio da Plataforma Conexões Rio Pinheiros. Seu objetivo é impactar positivamente a área que abrange as marginais ao longo de 25 km, entre Jurubatuba, ao Sul, próximo à Represa Billings, e o Jaguaré, na confluência com o Rio Tietê. O projeto da Plataforma como um todo ocorre em três fases ao longo de cinco anos: intervenção no cenário atual, por meio do Projeto Piloto de Mobilidade Corporativa; intervenções em obras planejadas ou em curso; e construção da visão de futuro para uma cidade mais sustentável.

Atualmente as atividades da Plataforma dividem-se em duas frentes: mobilidade urbana e mobilidade corporativa. São dois grupos de trabalho que buscam as soluções de mobilidade internamente, no âmbito das empresas e ao mesmo tempo em seu entorno, articulando parcerias e gerando pressão sobre os órgãos governamentais para atender as demandas de mobilidade nos espaços públicos.

O Grupo de Trabalho de Mobilidade Corporativa (GTMC) estabeleceu-se com objetivo de incentivar empresas a promover ações que estimulem seus funcionários a utilizar meios alternativos de transporte, através de um programa de mobilidade.

O Grupo de Trabalho de Mobilidade Urbana (GTMU) iniciou um projeto de Microacessibilidade no entorno do Rio Pinheiros que visa melhorar o ambiente urbano e a acessibilidade universal em três pontos da cidade de São Paulo. O método consiste em mapear e diagnosticar o cenário atual para então desenvolver possíveis soluções urbanísticas e arquitetônicas nos entornos de estações de trem da Linha 9 - Esmeralda, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

A Plataforma Conexões Rio Pinheiros, portanto, é fundamental para agregar os diversos interesses atuantes no eixo do Rio Pinheiros e identificar os projetos possíveis, a curto e médio prazo, para engajamento coletivo e consequente.

Mobilidade Corporativa

 

Em 2012, o Banco Mundial iniciou um projeto piloto em São Paulo e na Cidade do México com o objetivo de incentivar empresas a promover ações que estimulassem seus funcionários a utilizar meios alternativos de transporte.

A iniciativa teve continuidade por meio da parceria entre Banco Mundial, World Resources Institute (WRI), EMBARQ Brasil e EMBARQ México.

Responsabilidades das empresas

Ao aderir ao projeto piloto, as empresas se comprometeram a:

  • Indicar um coordenador de mobilidade (pessoa que ficará responsável por elencar e propor formas de transporte alternativas para os funcionários da empresa);
  • Desenvolver em programa de mobilidade para funcionários;
  • Distribuir uma pesquisa online para funcionários antes de depois do piloto;
  • Convidar todos os funcionários a participar.

Ao aderir ao projeto de mobilidade corporativa, além de obter benefícios diretos e mensuráveis para as empresas participantes, o setor privado tem a oportunidade de unir esforços ao conjunto da sociedade no sentido de melhorar o trânsito, diminuir congestionamentos e contribuir para a redução da poluição.

Quais os benefícios?

Durante a fase piloto, o Banco Mundial garantiu a assistência técnica, de sua equipe de consultores e especialistas, na elaboração do plano de mobilidade para empresas que escolheram participar no projeto. Ao implementar as recomendações dos especialistas, as empresas obtiveram avanços nos três pilares da sustentabilidade:

Esse piloto tornou-se um modelo de mobilidade corporativa para as cidades e será replicado em outras áreas, causando, gradualmente, um impacto significativo no trânsito urbano.

Recomendações dos especialistas

  • Teletrabalho
  • Carona
  • Transporte garantido em caso de emergência
  • Melhorar/aumentar a capacidade do vestiário e do bicicletário
  • Ônibus fretado

Medidas implementadas pelos participantes (entre setembro de 2012 e Agosto de 2013)

Informação

  • CENU/WTC: Pacote de boas-vindas a novos funcionários com capítulo sobre transporte
  • Hotel Hilton: Pacote com informações sobre opções de transporte público e serviços disponíveis na região para funcionários novos

Transporte Público

  • IBGC passou a custear integralmente a passagem para quem usa TP (sem descontar os 6% referentes ao VT)

Ônibus Fretado

  • IBGC paga integralmente o serviço para funcionários de hierarquia mais alta (os mesmos que têm acesso a estacionamento)

Teletrabalho

  •  Compuware e IBGC optaram por um piloto de teletrabalho com consultoria especializada
  •  IBGC está começando a implementação

Compuware             

Parâmetros da Política

  • Adotou teletrabalho 2 vezes por semana para 24 colaboradores
  • 20 dirigiam antes do projeto
  • Recompensas
  • Redução de 40% no número de viagens dos participantes ao mês
  • Conseguiu reduzir em 50%
  • Redução de demanda por espaço de escritório e do custo de aluguel

Car sharing

  • Dois carros da Zazcar instalados no CENU, um no WTC

Bicicleta

  •  WTC aboliu taxa para ciclistas que utiliam o bicicletário

Participação de outras empresas da Plataforma

  • Santander ampliou número de vagas no bicicletário
  • Abril
  • Mapfre
  • GE
  • Empresas do CTMob do CEBDS no Rio de Janeiro iniciam pesquisas sobre mobilidade para desenvolver projeto de GDV

Resultados do projeto piloto concluído em setembro de 2013

Um ano após o início de implementação das medidas propostas, houve um redução de 3% em média, no número de usuários de automóveis, indicando uma tendência que deve se manter e ampliar. Em uma das empresas houve uma redução de 74% para 67% e em outra, de 42% para 27%.

Um exemplo interessante é o de uma empresa onde antes do projeto, 55% dos funcionários usavam carro, 9% usavam ônibus fretado e 19%, transporte público. Após um ano de implementação das medidas recomendadas, os usuários de carro caíram para 38%, aumentou pra 26% o número de usuários de fretado e para 25% o número de usuários de transporte público.

São Paulo, Brasil

Foi lançado no início de 2012 um projeto experimental junto ao setor privado com o objetivo de melhorar o trânsito na região da Berrini, em São Paulo: o Projeto Piloto de Mobilidade Corporativa CENU-WTC. O Banco Mundial lidera a ação com auxílio do WRI, por meio da EMBARQ Brasil e com financiamento da Fundação Caterpillar. A região escolhida foi a da Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini, em particular as empresas dos edifícios do Centro Empresarial Nações Unidas (CENU) do World Trade Center (WTC). A opção não foi por acaso: a região é a que tem o maior índice de pessoas se deslocando sozinhas em automóveis, de acordo com a pesquisa Origem-Destino do metrô de São Paulo. Em decorrência, é também uma das recordistas em congestionamentos.

O grande objetivo é incentivar as empresas a promover ações que estimulem seus funcionários a utilizar meios alternativos de transporte. Através da mudança de hábito de deslocamento, todos contribuem para diminuir o congestionamento e a poluição do ar na região. Para as empresas, há ganho em produtividade e qualidade de vida dos funcionários, além da diminuição de custos e degradação ambiental. Para garantir a eficiência do projeto, foram feitas parcerias importantes ligadas à mobilidade urbana sustentável. Entre elas: Bike Anjo, Caronetas, Transfretur, TC Urbes e Zazcar.

 

Santa Fe, Cidade do México

Uma pesquisa realizada com trabalhadores da região de Santa Fe, na Cidade do México, apontou que 61% dos fatores que afetam a qualidade de vida profissional estão relacionados aos congestionamentos e à perda de tempo no trânsito. Dispostos a transformar este panorama, EMBARQ México, Banco Mundial, Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal, Great Place to Work e Asociación de Colonos de Santa Fe uniram esforços para concretizar o projeto de Soluções de Mobilidade Empresarial na região. O objetivo do projeto é convocar o setor privado a enfrentar o problema através do incentivo a meios alternativos de transporte e uso racional do carro.

A região abriga sedes de diversas empresas e importantes universidades, o que gera uma aglomeração diária intensa de pessoas e trânsito. Alguns dos problemas mais sérios mapeados são:

  • Os trabalhadores levam, em média, duas horas para ir e voltar do trabalho, tempo equivalente a uma semana perdida a cada mês;
  • Diariamente, deslocam-se a Santa Fe cerca de 50 mil veículos. Isso equivale a 100 mil horas perdidas diariamente que poderiam ser produtivas de outras formas;
  • Alguns trabalhadores têm custos de estacionamento de 1.500 pesos por mês.

As atividades iniciaram em maio de 2012 e contam com a participação das seguintes empresas: Santander, Banobras, Microsoft, SCA, Cinépolis, SERFINCOR, FedEx, Liverpool, CI Banco, GE, Nadro, Grupo Modelo, Extra, Axtel, Johnson & Johnson, VCI y BTSL Abogados. Além disso, também fazem parte do programa as duas maiores universidades de Santa Fe, a Universidad Iberoamericana e o ITESM- Santa Fe.

Por meio de workshops e orientações técnicas, o projeto espera qualificar a gestão da demanda do uso do automóvel particular com o objetivo de reduzir custos para as empresas e seus funcionários, diminuir congestionamentos e emissões de gases de efeito estufa, além de aumentar a produtividade e a qualidade de vida dos colaboradores. Assim, a semana que hoje é perdida em deslocamentos poderá ser transformada em um momento mais produtivo para as pessoas.

Vários parceiros locais, tanto ONGs quanto empresas voltadas ao transporte sustentável, estão à disposição de empressas interessadas em incentivar seus funcionários a usar meios de deslocamento mais sustentáveis. Confira abaixo a lista de parceiros.

Realizadores, Patrocinadores e Parceiros

Divulgação do projeto:

Contato: 

Katerina Elias: kelias@wri.org

Contexto

O Plano Diretor Estratégico (PDE, 2002) da cidade, revisto em 2013 e aprovado em julho de 2014, prevê o adensamento das áreas ao longo do Rio Pinheiros dentro da lógica de cidade compacta. A PMSP promoveu a venda de Certificados de Potencial Adicional de Construção - CEPACs que permitiram a construção de megaempreendimentos comerciais.

Esses empreendimentos são polos geradores de tráfego e atendem as contrapartidas previstas na legislação municipal de forma insuficiente, enfocando soluções viárias prioritárias ao transporte individual motorizado.

Políticas Públicas

Além do Plano Diretor Estratégico, existe um arcabouço legal e institucional complexo que regulamenta o uso do solo na cidade e determina os padrões de deslocamento. Em articulação com atores relevantes, como a própria Prefeitura de São Paulo, a Câmara de Vereadores, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente de SP, o SECOVI, a USP, a Associação Águas Claras do Rio Pinheiros e outros, a Plataforma pretende incidir sobre políticas públicas para uso e ocupação do solo na cidade que dialoguem com a mobilidade urbana.

Além de ações pontuais, o GTMU (Grupo de Trabalho de Mobilidade Urbana) produz análises e estudos que possam subsidiar políticas municipais relevantes para o tema de mobilidade.

Microacessibilidade na Região do Rio Pinheiros

Os projetos de microacessibilidade, embora pontuais, buscam requalificar áreas de grande fluxo de pessoas, gerando benefícios diretos a um grande número de usuários da via. Facilmente replicáveis, são importantes vetores de vitalidade urbana.

Repensar o espaço urbano com foco na acessibilidade e na segurança de pedestres e ciclistas é o objetivo principal do projeto de Microacessibilidade no entorno do Rio Pinheiros, desenvolvido pela Plataforma. O trabalho envolveu a realização de um diagnóstico dos entornos de três estações de trem da Linha 9 – Esmeralda, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), em São Paulo.

O diagnóstico arquitetônico e urbanístico de microacessibilidade, que contou também com pesquisas de opinião e de percepção com os usuários das estações e vias da área de influência estabelecida pelo projeto, teve como objetivo estabelecer as bases do Concurso 3 Estações, ou seja, prover subsídio técnico para a submissão de propostas.

O documento final do diagnóstico traz a caracterização e a definição da área de influência das estações Berrini, Vila Olímpia e Santo Amaro; mapas de transporte, uso do solo, principais pontos de atração/geração de tráfego, área de intervenção e os pontos de conflitos; dados de contagem; dados de demanda das estações; dados da pesquisa Origem e Destino de São Paulo, de 2007; fotos da área de estudo.

 

Acesse o diagnóstico completo e os resultados do Concurso 3 Estações

Onde Acontece

Considerado a mais nova centralidade de São Paulo, o polo Berrini-Marginal Pinheiros é compreendido pela extensão da Marginal Pinheiros, entre as estações Vila Olímpia e Santo Amaro. Com o desenvolvimento e verticalização acelerada dos últimos anos, a região se tornou um importante centro de negócios e serviços da capital paulista.

A região é tão importante para a atividade econômica e social que, as estações de trem que a servem – Berrini, Vila Olímpia e Santo Amaro – concentram, juntas, 30% dos passageiros que circulam diariamente pelos 32 km de extensão da Linha 9.

Estação Berrini

Inaugurada em 2000, a estação Berrini recebe, em média, 25.087 passageiros por dia. Adaptada para pessoas com mobilidade reduzida, ela conta com elevadores, escadas rolantes, rampas, piso tátil, telefones públicos com acessibilidade universal, além de banheiros também adaptados.

No seu entorno imediato, há oferta de serviços e restaurantes e alguns edifícios residenciais e comerciais, portanto o solo tem uso misto. As áreas de uso predominantemente empresarial e comercial são verticalizadas, com prédios de alto padrão e densidade. Já as áreas residenciais horizontais se concentram a leste da Avenida Eng.º Carlos Berrini, mais afastadas da estação, exceto pela presença de um grande edifício residencial vertical que ocupa uma quadra inteira junto a Marginal Pinheiros.

Estação Vila Olímpia

A estação Vila Olímpia foi inaugurada em 2001 e movimenta, hoje, uma média de 30.706 passageiros diários. Assim como a Berrini, é adaptada a usuários com mobilidade reduzida, comportando elevadores, escadas rolantes, rampas, piso tátil, telefones e banheiros com acessibilidade universal. Além disso, ela conta com bicicletário e dá acesso à ciclovia da Marginal Pinheiros.

O uso do solo na região possui certa homogeneidade, com poucas áreas residenciais, áreas verdes concentradas no Parque do Povo, e uma predominância de uso empresarial/comercial. Uma diferença importante em relação à região da Berrini é a presença do Shopping JK Iguatemi, do Shopping Vila Olímpia e da loja Daslu, que também são grandes pontos de atração de tráfego a serem considerados. Grandes centros comerciais ou shopping centers tendem a suprir a demanda de serviços cotidianos da região por concentrar, em um mesmo local, restaurantes, caixas eletrônicos, supermercado e lojas.

Estação Santo Amaro

Santo Amaro é uma estação de integração com a Linha 5 – Lilás do metrô. Inaugurada em 2002, recebe todos os dias, em média, 84.823 passageiros. Apesar de uma demanda mais elevada que as duas estações anteriores, muitos dos usuários utilizam a estação somente para realizar a integração. Em termos de infraestrutura, a estação é adaptada aos passageiros com mobilidade reduzida, como as anteriores – elevadores, escadas rolantes, rampas, piso tátil, telefones públicos com acessibilidade universal, além de banheiros adaptados oferecidos no local.

Com um uso mais heterogêneo e diverso, a região possui zonas residenciais, tanto horizontais quanto verticais, áreas de usos culturais e educacionais, e carece de espaços públicos como praças e parques. O Largo Treze, que é uma importante centralidade comercial da região, se encontra fora da área de influência estabelecida.

Concurso 3 Estações

Promovido pelo WRI Brasil, EMBARQ Brasil e USP Cidades e com o apoio da Plataforma Conexões Rio Pinheiros, o Concurso 3 Estações: ideias para uma nova mobilidade urbana em São Paulo visou atrair arquitetos e urbanistas interessados em qualificar o espaço urbano da região do Rio Pinheiros.

Os participantes tiveram a oportunidade de mostrar suas ideias de intervenções urbanas, mobilidade e acessibilidade de pedestres e usuários do sistema público de transporte, no entorno de três estações da Linha 9 da CPTM: Vila Olímpia, Berrini e Santo Amaro, localizadas na zona sul de São Paulo.

Os entornos dessas estações - que representam 30% dos passageiros que circulam diariamente pelos 32 km de extensão da Linha 9 – foram repensados sob a ótica do conceito de Design Ativo, dando prioridade à mobilidade sustentável, melhoria da acessibilidade e da segurança viária.

As intervenções ofereceram alternativas para os espaços públicos, solucionando os problemas de circulação, privilegiando a acessibilidade universal, garantindo espaços de permanência agradáveis e seguros.
As propostas foram baseadas no diagnóstico de microacessibilidade da região e nas pesquisas de percepção, produzidas pela EMBARQ Brasil.

Os três melhores projetos para cada uma das estações foram selecionados por um júri composto por profissionais especializados no tema e por meio de uma etapa de votação popular, que registrou 1601 votos, de 18 países diferentes.

Jurados

  • Ângelo Filardo Júnior – Arquiteto, Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo (USP) é o atual Subprefeito de Pinheiros;
  • Irineu Gnecco Filho – Diretor de Planejamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET);
  • Meli Malatesta – Mestre e Doutora em Mobilidade Não Motorizada pela FAUUSP e consultora de políticas públicas, planejamento e projetos de Mobilidade Sustentável;
  • Alice Viana de Araújo – Arquiteta e urbanista e Professora na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

Premiação

Como prêmio, os vencedores de cada estação ganharam uma viagem técnica para a cidade de Nova Iorque (EUA), onde será realizado um intercâmbio de experiências com arquitetos responsáveis pelos projetos de transformação urbana da cidade baseados nas diretrizes do Design Ativo.

A Plataforma Conexões Rio Pinheiros tentará viabilizar a execução dos projetos premiados junto ao poder público e a iniciativa privada.

IDEIAS VENCEDORAS

Escolhidas entre 11 trabalhos finalistas, as três propostas vencedoras consistem em dar novo uso aos espaços subutilizados no entorno das estações Vila Olímpia, Berrini e Santo Amaro, da CPTM, transformando-os em praças públicas com locais para descanso e convivência, bicicletários, ciclovias e bancas para comércio de rua. Conheça as ideias vencedoras:

Estação Vila Olímpia

O trabalho selecionado para a estação Vila Olímpia foi elaborado por Carina Tiemi Fujimoto Oshita, Alessandra Giselle Mimura de Melo, Camila Motoike Paim e Leandro Ishioka. O projeto se destacou pela rua que parece praça, e a praça que também é rua, oferecendo um espaço seguro para a circulação de pedestres em vias compartilhadas remodeladas ao trânsito de pessoas e bicicletas.

 

Estação Berrini

Para a estação Berrini a ideia escolhida foi a de Carolina Guido Monteiro, Fernanda Alverga-Wyler Mercês, Rodolfo Mesquita Macedo e Yuval Fogelson. O trabalho destacou-se pela compreensão das potencialidades da área e faseamento muito bem explicado, consolidando uma linha temporal de levantamento das questões, envolvimento da população, construção de uma opinião pública e, finalmente, a transformação definitiva de vias hostis em espaços de passagem e permanência com qualidade urbanística.

 

Estação Santo Amaro

Para a estação Santo Amaro, foi selecionado em primeiro lugar  o trabalho de Karina Ignácio De Camargo, Aline Rodrigues Manoel e Fabiane Sakai Ito. A proposta se destacou por compreender soluções viáveis e com potencial para oferecer opções de desfrute e sociabilização nos espaços mal aproveitados no entorno da estação, área considerada a mais desafiadora pelos jurados.

 

Confira todas as ideias desenvolvidas

Mobilidade Corporativa

Incentivar meios alternativos de deslocamento nas empresas contribui para redução de emissões de CO2 e congestionamentos, além de aumentar a qualidade de vida dos colaboradores.

Quem Faz

A plataforma é composta por uma rede de cooperação entre lideranças empresariais, instituições de pesquisa, gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada.

Realizadores

Parceiros institucionais 

 

Microacessibilidade

Projetos de microacessibilidade têm o potencial de requalificar áreas de grande fluxo de pessoas. Facilmente replicáveis, são vetores importantes de transformação e vitalidade urbana.

Calendário

Próximos
Eventos

Downloads

Acesse aqui os documentos gerados até o momento por meio da plataforma Conexões Rio Pinheiros:

São Paulo

Menos tempo no trânsito significa mais tempo para aproveitar a vida. A mobilidade urbana sustentável tem poder de tornar cidades mais ativas e pessoas mais saudáveis.

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GDV - Gestão de Demanda de Viagens e Mobilidade Corporativa

Noventa das 100 melhores empresas para se trabalhar possuem planos de mobilidade corporativa. A Gestão de Demanda de Viagens (GDV) para empresas racionaliza o uso do automóvel e, assim, beneficia os funcionários, a cidade e a própria organização. É possível estimular a mudança de hábitos de deslocamento através de informações e incentivos para o uso de transportes mais sustentáveis. Para o sucesso das medidas de GDV é preciso que funcionários e empresas conheçam as vantagens individuais e coletivas de sua adoção. Investir em informação e marketing sobre as medidas é fundamental para alavancar os benefícios esperados.

O folder desenvolvido pelo WRI Brasil Cidades Sustentáveis mostra como as estratégias de GDV beneficiam diretamente empresas, funcionários e a mobilidade urbana como um todo. As medidas de GDV consistem em incentivar o uso de alternativas de transporte mais sustentáveis, a fim de reduzir o número de viagens realizadas por automóvel, especialmente quando há apenas um ocupante no veículo. Entre os benefícios de investir em GDV estão a redução de congestionamentos e emissões de poluentes, a melhora da qualidade de vida das pessoas e o avanço do desenvolvimento econômico e sustentável da cidade.

Baixe a publicação completa.

A Nova Economia da Mobilidade: desmitificando o transporte sustentável

Seminário realizado em São Paulo reuniu especialistas nacionais e internacionais e encerrou Virada da Mobilidade.

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